sábado, julho 31, 2010

Como crescem!





Hoje que parei pra dscarregar as fotos da minha última ida à Chapecó, na casa dos meus pais.
Olha só como estão fofas as minhas sobrinhas e meu afilhado.
A Maria Clara sempre fazendo pose e a Julia nem aí...
O Caio começou a andar agora, daqui a pouco ninguem vai conseguir segurar esse trio!

quinta-feira, julho 29, 2010

O amor e a sua impontualidade

Nesses últimos dias ando lendo muito as cronicas da Martha Medeiros, mulher fantástica que sabe escrever como poucos. Lembro que o primeiro livro que li dela era de poemas, poeminhas curtos, acho que eu devia ter uns 14 anos, no máximo. Simplesmente me apaixonei.

Agorinha mesmo tava relendo uma crônica das antigas dela, tô postando aqui pra você que ainda não conhece. A cronica fala sobre a impontualidade do amor, aliás, esse é exatamente o título da crônica:

A IMPONTUALIDADE DO AMOR

Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.

Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?

Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.

O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.

O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.

A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.


Depois dessa, pra que a pressa?

Desestressando


Tirei o domingo pra relaxar geral. Fiquei o dia todo em casa, fazendo nada, na-di-nha mesmo. À tarde assisti pela vigésima vez O Diario de Bridget Jones e, nao contente emendei o outro filme dela também, No Limite da Razão. É engraçado isso, é um filme que já assisti milhares de vezes e sempre me rendem boas gargalhadas. Ótimo pra descontrair naqueles dias que você não quer pensar em nada, não tá a fim de papo cabeça...
Uma das cenas mais engraçadas é quando Bridget está em casa, na maior deprê,de pijama, tomando todas e cantando All by Myself. Não sei porque mas me identifico com ela de vez em quando.
Então, pra relaxar e dar boas risadas, Bridget Jones no dvd já! Comigo funciona, experimenta também!

sábado, julho 10, 2010

Pé-de-chinelo?

Falando em trocar as bolas, saí com uma esses dias que foi boa.
Estava rolando um papo de exercícios físicos e ao invés de falar polichinelo eu saí com pé-de-chinelo.
Na real, acho que minha infância toda sempre falei pé-de-chinelo. É, sempre é tempo pra aprender né?