Mais uma retirada da caixa de rascunhos, também resolvi deixar intacta:
Passei o feriadão na casa dos meus pais, fui conhecer o meu sobrinho/afilhado que nasceu há poucos dias.
Além de babar muito o Caio, ainda tinha as minhas sobrinhas gêmeas pra babar mais ainda. Elas estão cada dia mais lindas, e cada dia mais serelepes e manhosas.
Fiquei pensando em como ser mãe é complicado: tem que dar atenção a toda hora, dar de mamar de tantas em tantas, fazer dormir, trocar fralda, dar banho... é uma função 24h por dia.
Ser mãe é coisa de outro mundo, não pode ser normal.... como podem aguentar, ter disposição e energia pra tanta coisa?
Ah, não dá pra enteder... até quem me provem o contrátrio, ser mãe só pode ser coisa de outro mundo sim e não é pra qualquer um!!!
Manhêeeee, te amo viu?
sexta-feira, outubro 16, 2009
sábado, outubro 03, 2009
A menina que me fez chorar
Acabei de ler a pouco " A menina que roubava livros", do australiano Markus Zusak.
Há muito tempo não me emocionava tanto com um livro. Nos últimos capítulos mesmo, eram só lágrimas rolando... nem eu acreditava que tava chorando tanto...
O livro, em que a narradora é a Morte, a "ceifadora de almas", relata a história de uma menina chamada Liesel Meminger, que vive na conturbada Alemanha nazista, entre 1939 e 1943.
Além de retratar as injustiças da II Guerra Mundial (as humilhações sofridas pelos judeus, o medo da repressão, a fome... ) o autor usa uma poética inteligente, brinca com as palavras, construindo uma narrativa que sensibiliza: a simplicidade dos personagens e a encantadora Liesel me fizeram refletir sobre tantas coisas que deixamos de falar pras pessoas que a gente ama, simplesmente deixamos o momento passar... Enfim, um livro que me trouxe muitos questionamentos e mudanças de atitudes.
O livro tá mais do que recomendado, mas já vai preparando o lencinho pq a choradeira vai ser grande.
Há muito tempo não me emocionava tanto com um livro. Nos últimos capítulos mesmo, eram só lágrimas rolando... nem eu acreditava que tava chorando tanto...
O livro, em que a narradora é a Morte, a "ceifadora de almas", relata a história de uma menina chamada Liesel Meminger, que vive na conturbada Alemanha nazista, entre 1939 e 1943.
Além de retratar as injustiças da II Guerra Mundial (as humilhações sofridas pelos judeus, o medo da repressão, a fome... ) o autor usa uma poética inteligente, brinca com as palavras, construindo uma narrativa que sensibiliza: a simplicidade dos personagens e a encantadora Liesel me fizeram refletir sobre tantas coisas que deixamos de falar pras pessoas que a gente ama, simplesmente deixamos o momento passar... Enfim, um livro que me trouxe muitos questionamentos e mudanças de atitudes.
O livro tá mais do que recomendado, mas já vai preparando o lencinho pq a choradeira vai ser grande.
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